02 Gráfico de linhas
Esta primeira lição sobre a evolução ao longo do tempo discute algumas das principais características, vantagens e desvantagens do gráfico de linhas.dtv-
· Jorge Camões
07 Lab: gráficos de composição e proporções
Nesta lição Lab vamos explorar algumas ideias sobre como representar proporções fora dos tipos de gráficos habituais.
· Jorge Camões
06 Barras empilhadas
Os gráficos de barras empilhadas permitem observar a composição de cada barra mas introduzem dificulldades de leitura devido à ausência de uma base comum.
· Jorge Camões
05 Maus exemplos de gráficos circulares
Nesta lição vemos alguns tipos de erros mais comuns no desenho e uso de gráficos circulares, a partir de exemplos reais.
· Jorge Camões
04 Erros e correções a gráficos circulares
Sendo simples, o gráfico circular não deixa de ter algumas regras que evitam erros ou o tornam mais eficaz.
· Jorge Camões
03 Gráficos circulares
Os gráficos circulares são simples e devem ser usados em conjugação com outros gráficos, fornecendo uma porta de entrada nos dados com poucos custos.
· Jorge Camões
02 Diferença para ordem e classificação
Os gráficos de proporções respondem a perguntas diferentes daquelas que os gráficos de barras respondem. É importante perceber a diferença e quais as vantagens de uns e de outros.
· Jorge Camões
06 Mudar as unidades
Certas métricas variam pouco em valores absolutos, o que cria dificuldades na sua representação com gráficos de barras. Sugere-se que uma opção é mudar a medida utilizada.
· Jorge Camões
05 Gráficos de inclinação
O gráfico de inclinação, para além de ser eficiente o uso do espaço e eficaz na comunicação, é também o exemplo de uma forma de interpretar gráficos diferente da tradicional
· Jorge Camões
04 Alternativas aos gráficos de barras
Uma barra é uma forma ineficiente de representar um ponto, e com frequência torna o gráfico ineficaz quando representa mais que uma série. Algumas alternativas resolvem ambos os problemas.
· Jorge Camões
03 Duas ou mais séries
A comparação de duas ou mais séries mostra facilmente os limites de eficácia dos gráficos de barras, exigindo um maior cuidado no seu desenho ou eventualmente a sua substituição.
· Jorge Camões
02 Ordem e classificação para uma série
O gráfico de barras com uma série é dos gráficos mais simples de criar e de interpretar. Isso não significa que as pré-definições da aplicação não devam ser ajustadas aos dados e mensagem.
· Jorge Camões
03 Tipos de perguntas
Esqueça o "tipo de gráfico". A visualização de dados começa com uma pergunta, pelo que devemos começar por definir que tipo de pergunta queremos fazer.
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02 O processo de questionar os dados
Saber fazer perguntas específicas que podem ser respondidas pelos dados, adicionando conhecimento, é uma das competências essenciais da visualização de dados.
· Jorge Camões
05. Lab: gráfico bambu
· Jorge Camões
04 Literacia gráfica e familiaridade
A literacia gráfica da audiência condiciona o tipo de visualização que ela está disponível para ler e interpretar. É necessário alinhar a visualização com esse nível de literacia ou encontra formas de a contornar.
· Jorge Camões
03 Simbolismo da cor
O simbolismo da cor pode não ser visível quando a cor observada reflete a cor antecipada, mas tende a suscitar reações negativas quando isso não acontece.
· Jorge Camões
02 Convenções sociais
A avaliação das normas e convenções sociais que a audiência utilizará para ler e interpretar um gráfico devem ser avaliadas quando o desenhados, quer para as respeitar, quer para as quebrar.
· Jorge Camões
08 Ilusões de ótica
As ilusões de ótica, tal como as diferenças na leitura de codificações de dados, representam algumas das dificuldades do sistema olho-cérebro em processar estímulos visuais, e que devemos ter em conta no nosso design.
· Jorge Camões
07 A precisão da codificação visual
A precisão visual não é igual em todas as formas de codificação dos dados. Perceber quais são as diferenças e de que formas as podemos gerir é uma competência importante na visualização de dados.
· Jorge Camões
06 Leis da Gestalt
As leis da Gestalt devem fazer parte da forma como desenhamos gráficos ou visualizações. Elas ajudam a dar sentido ao desenho e tornam-no mais fácil de processar, ou seja, mas eficaz.
· Jorge Camões
05 Memória de trabalho
A forma fácil como perdemos, com uma pequena distração, o número de telefone que estamos a memorizar deve servir de aviso para a redução do uso da memória de trabalho na visualização de dados.
· Jorge Camões
04 Processamento pré-atentivo e saliência
Podemos tirar partido da forma como o sistema olho-cérebro processa os estímulos visuais, definindo prioridades e diferentes velocidades de processamento.
· Jorge Camões
03 Fisiologia do olho
A fisiologia do olho ajuda a explicar o movimento do olhar e de que forma isso é uma expressão da atenção. Saber um pouco sobre a fisiologia do olho ajuda-nos nas nossas opções de design.
· Jorge Camões
02 O cérebro como gestor de recursos finitos
Partir da perspetiva de que o cérebro é um gestor de recursos finitos e que nós podemos identificar as componentes de design que impactam na alocação de recursos é uma forma prática escolher as melhres opções.
· Jorge Camões
06 Atenção seletiva?
A exploração dos gráficos é em parte condicionada pelo seu design, mas é importante ter em conta o papel ativo da audiência, que tem os seus próprios critérios de leitura.
· Jorge Camões
05 Gráficos são para ler e explorar, não para ver
Uma das ideias erradas mais difundidas é a de que os gráficos são para serem vistos e interpretados numa fração de segundo.
· Jorge Camões
04 A necessidade de contexto
Um gráfico ajuda a gerar conhecimento, mas deve ser articulado com conhecimento prévio que lhe dê sentido. As anotações são essenciais para criar essa articulação.
· Jorge Camões
03 Design e eficácia
Um gráfico é sempre um objeto de design e resulta de um misto de competências que poderão torná-lo, ou não, um bom objeto de comunicação.
· Jorge Camões
02 Limitações o sistema olho-cérebro
A visualização de dados tira partido das características do sistema olho-cérebro para processar dados de uma forma que não é possível usando uma tabela. Será que podemos transformar um gráfico num robot de cozinha?
· Jorge Camões