02 O processo de questionar os dados
Saber fazer perguntas específicas que podem ser respondidas pelos dados, adicionando conhecimento, é uma das competências essenciais da visualização de dados.
· Jorge Camões
05. Lab: gráfico bambu
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04 Literacia gráfica e familiaridade
A literacia gráfica da audiência condiciona o tipo de visualização que ela está disponível para ler e interpretar. É necessário alinhar a visualização com esse nível de literacia ou encontra formas de a contornar.
· Jorge Camões
03 Simbolismo da cor
O simbolismo da cor pode não ser visível quando a cor observada reflete a cor antecipada, mas tende a suscitar reações negativas quando isso não acontece.
· Jorge Camões
02 Convenções sociais
A avaliação das normas e convenções sociais que a audiência utilizará para ler e interpretar um gráfico devem ser avaliadas quando o desenhados, quer para as respeitar, quer para as quebrar.
· Jorge Camões
08 Ilusões de ótica
As ilusões de ótica, tal como as diferenças na leitura de codificações de dados, representam algumas das dificuldades do sistema olho-cérebro em processar estímulos visuais, e que devemos ter em conta no nosso design.
· Jorge Camões
07 A precisão da codificação visual
A precisão visual não é igual em todas as formas de codificação dos dados. Perceber quais são as diferenças e de que formas as podemos gerir é uma competência importante na visualização de dados.
· Jorge Camões
06 Leis da Gestalt
As leis da Gestalt devem fazer parte da forma como desenhamos gráficos ou visualizações. Elas ajudam a dar sentido ao desenho e tornam-no mais fácil de processar, ou seja, mas eficaz.
· Jorge Camões
05 Memória de trabalho
A forma fácil como perdemos, com uma pequena distração, o número de telefone que estamos a memorizar deve servir de aviso para a redução do uso da memória de trabalho na visualização de dados.
· Jorge Camões
04 Processamento pré-atentivo e saliência
Podemos tirar partido da forma como o sistema olho-cérebro processa os estímulos visuais, definindo prioridades e diferentes velocidades de processamento.
· Jorge Camões
03 Fisiologia do olho
A fisiologia do olho ajuda a explicar o movimento do olhar e de que forma isso é uma expressão da atenção. Saber um pouco sobre a fisiologia do olho ajuda-nos nas nossas opções de design.
· Jorge Camões
02 O cérebro como gestor de recursos finitos
Partir da perspetiva de que o cérebro é um gestor de recursos finitos e que nós podemos identificar as componentes de design que impactam na alocação de recursos é uma forma prática escolher as melhres opções.
· Jorge Camões
06 Atenção seletiva?
A exploração dos gráficos é em parte condicionada pelo seu design, mas é importante ter em conta o papel ativo da audiência, que tem os seus próprios critérios de leitura.
· Jorge Camões
05 Gráficos são para ler e explorar, não para ver
Uma das ideias erradas mais difundidas é a de que os gráficos são para serem vistos e interpretados numa fração de segundo.
· Jorge Camões
04 A necessidade de contexto
Um gráfico ajuda a gerar conhecimento, mas deve ser articulado com conhecimento prévio que lhe dê sentido. As anotações são essenciais para criar essa articulação.
· Jorge Camões
03 Design e eficácia
Um gráfico é sempre um objeto de design e resulta de um misto de competências que poderão torná-lo, ou não, um bom objeto de comunicação.
· Jorge Camões
02 Limitações o sistema olho-cérebro
A visualização de dados tira partido das características do sistema olho-cérebro para processar dados de uma forma que não é possível usando uma tabela. Será que podemos transformar um gráfico num robot de cozinha?
· Jorge Camões
08 Linguagens de programação
As linguagens de programação permitem mais liberdade na visualização de dados que as ferramentas point & click, mas têm uma mais inclinada curva de aprendizagem e requerem mais investimento que as outras ferramentas.
· Jorge Camões
07 Folhas de cálculo
As folhas de cálculo são as ferramentas mais comuns para fazer gráficos. No entanto, tendem a ser usadas sem a literacia gráfica que evita as más predefinições.
· Jorge Camões
06 Ferramentas de business intelligence
As ferramentas de BI tendem a ter recursos limitados do ponto de vista da visualização de dados, com exceção do Tableau. O PowerBI parece ter sido desenhado sem um adulto na sala.
· Jorge Camões
05 Ferramentas online
As ferramentas online, não sendo poderosas na manipulação de dados, e com um conjunto de tipos predefinidos relativamente limitado, tendem a oferecer bons gráficos por defeito e gerindo a publicação online.
· Jorge Camões
04 Todos os gráficos são gráficos de dispersão
Um gráfico representa um conjunto de pontos no espaço. Tudo o que se adiciona são opções de design, que têm como propósito facilitar a leitura do gráfico acrescentando elementos como linhas ou barras.
· Jorge Camões
03 Duas perspetivas: tipos de gráficos e tela em branco
O conceito tradicional de gráfico que pressupunha a existência de “tipos” predefinidos limita as nossas representações. Algo mais complexo precisa de um conceito diferente.
· Jorge Camões
02 Mais competências, menos ferramentas
Cada aplicação tem os seus fãs, por vezes demasiado zelosos. Ter uma aplicação que dominamos é útil, as competências transversais devem ter prioridade.
· Jorge Camões
02 Estrutura de dados
Alguns princípios genéricos de estruturas de dados podem ter um impacto muito significativo na flexibilidade da análise, ao mesmo tempo que reduzem a complexidade do cálculo.
· Jorge Camões
04 Limpeza dos dados
A limpeza é com frequência a parte do processo de preparação dos dados cuja necessidade de alocação de recursos é mais difícil de estimar e que tende a ser avaliada de forma mais optimista.
· Jorge Camões
03 Qualidade dos dados
Há inúmeras fontes potenciais de erro em todo o processo de tratamento dos dados. É necessário perceber quais são os pontos críticos e que medidas podemos tomar para os minimizar.
· Jorge Camões
02 Definição de conceitos
Saber ler e interpretar gráficos supõe que os conceitos aplicados na recolha e análise dos dados sejam claros para a audiência.
· Jorge Camões
09 O legado de Tufte
Edward Tufte mantém alguma relevância e merece ser lido, mas evitando os dogmas e ajustando algumas das suas ideias aos tempos de hoje.
· Jorge Camões
08 Demonização dos gráficos circulares
"I hate pie charts" foi um cartão de visita muito popular nos anos de influência de Tufte. Mas será que o gráfico é mau ou é apenas incompatível com a visão de Tufte?
· Jorge Camões