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Jorge Camões

Jorge Camões

176 publicações publicadas

Vive em Oeiras. É autor, consultor e formador em análise e visualização de dados.

Oeiras
02 O processo de questionar os dados
Datavis: Comparação de Pontos

02 O processo de questionar os dados

Saber fazer perguntas específicas que podem ser respondidas pelos dados, adicionando conhecimento, é uma das competências essenciais da visualização de dados.

· Jorge Camões

05. Lab: gráfico bambu
Datavis: Perceção e Cognição

05. Lab: gráfico bambu

· Jorge Camões

04 Literacia gráfica e familiaridade
Datavis: Perceção e Cognição

04 Literacia gráfica e familiaridade

A literacia gráfica da audiência condiciona o tipo de visualização que ela está disponível para ler e interpretar. É necessário alinhar a visualização com esse nível de literacia ou encontra formas de a contornar.

· Jorge Camões

03 Simbolismo da cor
Datavis: Perceção e Cognição

03 Simbolismo da cor

O simbolismo da cor pode não ser visível quando a cor observada reflete a cor antecipada, mas tende a suscitar reações negativas quando isso não acontece.

· Jorge Camões

02 Convenções sociais
Datavis: Perceção e Cognição

02 Convenções sociais

A avaliação das normas e convenções sociais que a audiência utilizará para ler e interpretar um gráfico devem ser avaliadas quando o desenhados, quer para as respeitar, quer para as quebrar.

· Jorge Camões

08 Ilusões de ótica
Datavis: Perceção e Cognição

08 Ilusões de ótica

As ilusões de ótica, tal como as diferenças na leitura de codificações de dados, representam algumas das dificuldades do sistema olho-cérebro em processar estímulos visuais, e que devemos ter em conta no nosso design.

· Jorge Camões

07 A precisão da codificação visual
Datavis: Perceção e Cognição

07 A precisão da codificação visual

A precisão visual não é igual em todas as formas de codificação dos dados. Perceber quais são as diferenças e de que formas as podemos gerir é uma competência importante na visualização de dados.

· Jorge Camões

06 Leis da Gestalt
Datavis: Perceção e Cognição

06 Leis da Gestalt

As leis da Gestalt devem fazer parte da forma como desenhamos gráficos ou visualizações. Elas ajudam a dar sentido ao desenho e tornam-no mais fácil de processar, ou seja, mas eficaz.

· Jorge Camões

05 Memória de trabalho
Datavis: Perceção e Cognição

05 Memória de trabalho

A forma fácil como perdemos, com uma pequena distração, o número de telefone que estamos a memorizar deve servir de aviso para a redução do uso da memória de trabalho na visualização de dados.

· Jorge Camões

04 Processamento pré-atentivo e saliência
Datavis: Perceção e Cognição

04 Processamento pré-atentivo e saliência

Podemos tirar partido da forma como o sistema olho-cérebro processa os estímulos visuais, definindo prioridades e diferentes velocidades de processamento.

· Jorge Camões

03 Fisiologia do olho
Datavis: Perceção e Cognição

03 Fisiologia do olho

A fisiologia do olho ajuda a explicar o movimento do olhar e de que forma isso é uma expressão da atenção. Saber um pouco sobre a fisiologia do olho ajuda-nos nas nossas opções de design.

· Jorge Camões

02 O cérebro como gestor de recursos finitos
Datavis: Perceção e Cognição

02 O cérebro como gestor de recursos finitos

Partir da perspetiva de que o cérebro é um gestor de recursos finitos e que nós podemos identificar as componentes de design que impactam na alocação de recursos é uma forma prática escolher as melhres opções.

· Jorge Camões

06 Atenção seletiva?
Datavis: Perceção e Cognição

06 Atenção seletiva?

A exploração dos gráficos é em parte condicionada pelo seu design, mas é importante ter em conta o papel ativo da audiência, que tem os seus próprios critérios de leitura.

· Jorge Camões

05 Gráficos são para ler e explorar, não para ver
Datavis: Perceção e Cognição

05 Gráficos são para ler e explorar, não para ver

Uma das ideias erradas mais difundidas é a de que os gráficos são para serem vistos e interpretados numa fração de segundo.

· Jorge Camões

04 A necessidade de contexto
Datavis: Perceção e Cognição

04 A necessidade de contexto

Um gráfico ajuda a gerar conhecimento, mas deve ser articulado com conhecimento prévio que lhe dê sentido. As anotações são essenciais para criar essa articulação.

· Jorge Camões

03 Design e eficácia
Datavis: Perceção e Cognição

03 Design e eficácia

Um gráfico é sempre um objeto de design e resulta de um misto de competências que poderão torná-lo, ou não, um bom objeto de comunicação.

· Jorge Camões

02 Limitações o sistema olho-cérebro
Datavis: Perceção e Cognição

02 Limitações o sistema olho-cérebro

A visualização de dados tira partido das características do sistema olho-cérebro para processar dados de uma forma que não é possível usando uma tabela. Será que podemos transformar um gráfico num robot de cozinha?

· Jorge Camões

08 Linguagens de programação
Datavis: Ferramentas

08 Linguagens de programação

As linguagens de programação permitem mais liberdade na visualização de dados que as ferramentas point & click, mas têm uma mais inclinada curva de aprendizagem e requerem mais investimento que as outras ferramentas.

· Jorge Camões

07 Folhas de cálculo
Datavis: Ferramentas

07 Folhas de cálculo

As folhas de cálculo são as ferramentas mais comuns para fazer gráficos. No entanto, tendem a ser usadas sem a literacia gráfica que evita as más predefinições.

· Jorge Camões

06 Ferramentas de business intelligence
Datavis: Ferramentas

06 Ferramentas de business intelligence

As ferramentas de BI tendem a ter recursos limitados do ponto de vista da visualização de dados, com exceção do Tableau. O PowerBI parece ter sido desenhado sem um adulto na sala.

· Jorge Camões

05 Ferramentas online
Datavis: Ferramentas

05 Ferramentas online

As ferramentas online, não sendo poderosas na manipulação de dados, e com um conjunto de tipos predefinidos relativamente limitado, tendem a oferecer bons gráficos por defeito e gerindo a publicação online.

· Jorge Camões

04 Todos os gráficos são gráficos de dispersão
Datavis: Ferramentas

04 Todos os gráficos são gráficos de dispersão

Um gráfico representa um conjunto de pontos no espaço. Tudo o que se adiciona são opções de design, que têm como propósito facilitar a leitura do gráfico acrescentando elementos como linhas ou barras.

· Jorge Camões

03 Duas perspetivas: tipos de gráficos e tela em branco
Datavis: Ferramentas

03 Duas perspetivas: tipos de gráficos e tela em branco

O conceito tradicional de gráfico que pressupunha a existência de “tipos” predefinidos limita as nossas representações. Algo mais complexo precisa de um conceito diferente.

· Jorge Camões

02 Mais competências, menos ferramentas
Datavis: Ferramentas

02 Mais competências, menos ferramentas

Cada aplicação tem os seus fãs, por vezes demasiado zelosos. Ter uma aplicação que dominamos é útil, as competências transversais devem ter prioridade.

· Jorge Camões

02 Estrutura de dados
Dados: ETL

02 Estrutura de dados

Alguns princípios genéricos de estruturas de dados podem ter um impacto muito significativo na flexibilidade da análise, ao mesmo tempo que reduzem a complexidade do cálculo.

· Jorge Camões

04 Limpeza dos dados
Dados: ETL

04 Limpeza dos dados

A limpeza é com frequência a parte do processo de preparação dos dados cuja necessidade de alocação de recursos é mais difícil de estimar e que tende a ser avaliada de forma mais optimista.

· Jorge Camões

03 Qualidade dos dados
Dados: ETL

03 Qualidade dos dados

Há inúmeras fontes potenciais de erro em todo o processo de tratamento dos dados. É necessário perceber quais são os pontos críticos e que medidas podemos tomar para os minimizar.

· Jorge Camões

02 Definição de conceitos
Dados: ETL

02 Definição de conceitos

Saber ler e interpretar gráficos supõe que os conceitos aplicados na recolha e análise dos dados sejam claros para a audiência.

· Jorge Camões

09 O legado de Tufte
Datavis: Autores

09 O legado de Tufte

Edward Tufte mantém alguma relevância e merece ser lido, mas evitando os dogmas e ajustando algumas das suas ideias aos tempos de hoje.

· Jorge Camões

08 Demonização dos gráficos circulares
Datavis: Autores

08 Demonização dos gráficos circulares

"I hate pie charts" foi um cartão de visita muito popular nos anos de influência de Tufte. Mas será que o gráfico é mau ou é apenas incompatível com a visão de Tufte?

· Jorge Camões