Datavis: Perceção e Cognição
Uma coleção de 17 publicações
Datavis 02: Perceção, Cognição, e Mais Além
"Ver" é um complexo sistema de processamento de estímulos visuais. A visualização tira partido desse sistema para processar dados. Neste minicurso vamos compreender o essencial desse sistema e como o usar para criar visualizações mais eficazes.
· Jorge Camões
05. Lab: gráfico bambu
· Jorge Camões
04 Literacia gráfica e familiaridade
A literacia gráfica da audiência condiciona o tipo de visualização que ela está disponível para ler e interpretar. É necessário alinhar a visualização com esse nível de literacia ou encontra formas de a contornar.
· Jorge Camões
03 Simbolismo da cor
O simbolismo da cor pode não ser visível quando a cor observada reflete a cor antecipada, mas tende a suscitar reações negativas quando isso não acontece.
· Jorge Camões
02 Convenções sociais
A avaliação das normas e convenções sociais que a audiência utilizará para ler e interpretar um gráfico devem ser avaliadas quando o desenhados, quer para as respeitar, quer para as quebrar.
· Jorge Camões
08 Ilusões de ótica
As ilusões de ótica, tal como as diferenças na leitura de codificações de dados, representam algumas das dificuldades do sistema olho-cérebro em processar estímulos visuais, e que devemos ter em conta no nosso design.
· Jorge Camões
07 A precisão da codificação visual
A precisão visual não é igual em todas as formas de codificação dos dados. Perceber quais são as diferenças e de que formas as podemos gerir é uma competência importante na visualização de dados.
· Jorge Camões
06 Leis da Gestalt
As leis da Gestalt devem fazer parte da forma como desenhamos gráficos ou visualizações. Elas ajudam a dar sentido ao desenho e tornam-no mais fácil de processar, ou seja, mas eficaz.
· Jorge Camões
05 Memória de trabalho
A forma fácil como perdemos, com uma pequena distração, o número de telefone que estamos a memorizar deve servir de aviso para a redução do uso da memória de trabalho na visualização de dados.
· Jorge Camões
04 Processamento pré-atentivo e saliência
Podemos tirar partido da forma como o sistema olho-cérebro processa os estímulos visuais, definindo prioridades e diferentes velocidades de processamento.
· Jorge Camões
03 Fisiologia do olho
A fisiologia do olho ajuda a explicar o movimento do olhar e de que forma isso é uma expressão da atenção. Saber um pouco sobre a fisiologia do olho ajuda-nos nas nossas opções de design.
· Jorge Camões
02 O cérebro como gestor de recursos finitos
Partir da perspetiva de que o cérebro é um gestor de recursos finitos e que nós podemos identificar as componentes de design que impactam na alocação de recursos é uma forma prática escolher as melhres opções.
· Jorge Camões
06 Atenção seletiva?
A exploração dos gráficos é em parte condicionada pelo seu design, mas é importante ter em conta o papel ativo da audiência, que tem os seus próprios critérios de leitura.
· Jorge Camões
05 Gráficos são para ler e explorar, não para ver
Uma das ideias erradas mais difundidas é a de que os gráficos são para serem vistos e interpretados numa fração de segundo.
· Jorge Camões
04 A necessidade de contexto
Um gráfico ajuda a gerar conhecimento, mas deve ser articulado com conhecimento prévio que lhe dê sentido. As anotações são essenciais para criar essa articulação.
· Jorge Camões
03 Design e eficácia
Um gráfico é sempre um objeto de design e resulta de um misto de competências que poderão torná-lo, ou não, um bom objeto de comunicação.
· Jorge Camões
02 Limitações o sistema olho-cérebro
A visualização de dados tira partido das características do sistema olho-cérebro para processar dados de uma forma que não é possível usando uma tabela. Será que podemos transformar um gráfico num robot de cozinha?
· Jorge Camões