04 Paletas de cores
O uso de paletas de cores é outra dimensão do uso funcional das cores, permitindo a sua aplicação consistente e reconhecível. Paletas derivadas das cores da organização são uma forma de alinhar o estilo dos gráficos com a imagem de marca.
· Jorge Camões
03 Tarefas funcionais da cor
A melhor forma de tentar “domesticar” a cor é através de uma clara definição das suas tarefas funcionais, antes da escolha das cores concretas a partir de critérios estéticos.
· Jorge Camões
02 O que é a cor?
O uso da cor é complexo e a principal preocupação deve ser evitar a catástrofe (palavras de Tufte). É possível "domesticar" a cor? Não, mas vamos tentar.
· Jorge Camões
10 Tipografia
Conhecer um pouco mais das fontes usadas nos nossos gráficos, permite-nos clarificar a hierarquia de blocos de texto, melhorar a leitura de rótulos numéricos e dar um ar mais profissional ao resultado.
· Jorge Camões
09 Tamanho e relação largura - altura
Um gráfico deve ser desenhado com a relação largura-altura com que irá ser consumido, para que o desenho tenha isso em conta, em particular para garantir que a variação é adequadamente percebida.
· Jorge Camões
08 A necessidade de anotações
As anotações num gráfico facilitam a sua leitura e interpretação, e são particularmente úteis para audiências leigas. Também poderão ter um efeito adicional de captar o interesse.
· Jorge Camões
07 Lidar com valores extremos
A existência de valores extremos pode arruinar a representação de dados, que poderá prolongar-se por muito tempo, não permitindo observar a variação típica. É necessário encontrar soluções que o evitem.
· Jorge Camões
06 Gráfico esparguete
Em “gráfico esparguete” é o provável resultado de um gráfico não focado na pergunta que queremos fazer. Quando temos muitas séries num gráfico de linhas isso traduz-se na impossibilidade de detetar algum tipo de padrões.
· Jorge Camões
05 Emoção
De que forma podemos usar as emoções para atrair e manter a atenção da audiência? O apelo à lágrima fácil é tentador, mas devemos evitá-lo, encontrando um alinhamento emocional com o tema que não seja manipulativo.
· Jorge Camões
04 Regras de envolvimento e atenção
Há múltiplas formas de tentar que o gráfico chama a atenção. Nenhuma delas tem garantia de sucesso, mas as escolhas de fazemos ajudam a definir o tipo de atenção que queremos.
· Jorge Camões
03 Clarificação
Substituir "simplificação" por "clarificação" permite-nos ter uma abordagem mais frutífera ao design no gráfico, que não se resume a remover coisas, mas também a mudar e adicionar elementos que ajudam à sua leitura.
· Jorge Camões
02 Simplificação
Na visualização de dados nas organizações, a simplificação ajuda a focar a atenção naquilo que é importante. Mas a simplificação “até ao osso” e sem enquadramento pode ter resultados opostos ao pretendido.
· Jorge Camões
03 Gráficos bullet
Os gráficos bullet são eficazes na comunicação e eficientes no uso do espaço num dashoard. No entanto, são vistos como áridos e pouco alinhados com o design corrente de deshboards. É possível um compromisso?
· Jorge Camões
02 Velocímetros
Os velocímetros são sobretudo uma má resposta a uma necessidade real. Eles devem ser desenhados para um uso mais eficiente do espaço, mais ricos e com uma clara ligação aos detalhes.
· Jorge Camões
04 Gráficos horizonte
Os gráficos horizonte são uma forma extremamente compacta de representar perfis de evolução. No entanto, exigem abertura mental para algumas das opções de design.
· Jorge Camões
03 Pequenos múltiplos
Os pequenos múltiplos permitem criar perfis complexos de entidades e facilitam a sua leitura e comparação. A sua posição na grelha pode ter como base os valores ou uma posição proximadamente geográfica.
· Jorge Camões
02 Perfilação
A perfilação permite observar as características de múltiplas categorias, facilitando a observação de cada uma e a deteção de padrões divergentes.
· Jorge Camões
03 Grupos
Facilitar a descoberta de grupos de pontos com as mesmas características é uma das principais tarefas à utilização de gráficos de dispersão.
· Jorge Camões
02 Correlação
A análise de correlações entre variáveis permite passar da sua simples descrição individual para o tipo de associação que têm, o que representa um nível mais sofisticado de análise.
· Jorge Camões
03 Escalas Likert
· Jorge Camões
02 Ponto de referência central
· Jorge Camões
05 Gráficos de violino
O gráfico de violino tenta conciliar as vantagens do gráfico de distribuição com as do histograma, com a vantagem de não necessitar de definição de classes. Mas o parâmetro de suavização pode criar dificuldades semelhantes.
· Jorge Camões
04 Histograma
Um histograma é um gráfico que facilita a leitura do perfil de uma distribuição pela segmentação do eixo em classes e contagem dos pontos. Vamos ver as suas vantagens e desvantagens.
· Jorge Camões
03 Caixa e bigodes
Os gráficos de baixa-e-bigodes sintetizam e representam um conjunto de métricas que facilitam a análise da distribuição e, por serem compactos, permitem comparar múltiplas distribuições.
· Jorge Camões
02 Gráficos de dispersão com uma dimensão
Esta lição introduz o conceito de distribuição, as dificuldades que na análise de distribuições e de que forma as podemos resolver, incluindo a sobreposição de pontos e a criação de pontos de referência.
· Jorge Camões
09 Animação
A animação é uma técnica potencialmente útil mas limitada para representação de séries temporais.
· Jorge Camões
08 Histórias e narrativas de preços
Esta lição explora uma fonte de dados que pode provocar um bocejo, nas onde, procurando, encontramos pepitas de narrativas que nos dizem muito sobre a cultura e sociedade locais.
· Jorge Camões
07 Gráficos de calor - heatmaps
Heatmaps podem ser gerados diretamente sobre uma tabela da dados, e permitem-nos detetar padrões nos dados com base em variações de tons e intensidade. São úteis também como ferramenta exploratória.
· Jorge Camões
06 Gráfico de dispersão evolutivo
O gráfico de dispersão evolutivo é um gráfico complexo e de consumo lento. É um excelente suporte para uma narrativa, mas menos adequado às expectativas de gratificação instantânea.
· Jorge Camões
05 Representar a sazonalidade
A sazonalidade gera padrões típicos que escondem outras variações relevantes. Mas há um gráfico perfeito para observar essas variações: o gráfico de ciclo.
· Jorge Camões